terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Natal!...

Natal...

Brotação da primavera crística em cada um de nós.

Percepção da gruta de Belém em nosso próprio coração.
É chegado o momento de faxinar e embelezar a gruta
tirando tudo o que não serve,
evidenciando as qualidades lactentes que cada um possui...

Liberando o perdão,
as mágoas,
os ressentimentos.

Liberando o passado para um futuro de luz.

Inundando o nosso coração do Puro amor Divino!...

Somos um corpo único...
Somos UM em essência.

Cada passo que damos individualmente repercute no todo...

Eis a grande responsabilidade se quisermos atingir um estado de graça pleno.

Um estado de graça onde brota na alma o sorriso
e expressa no rosto um coração feliz...

Este é o estado pleno de contentamento.
É o estado que nos faz sentir alegria pela alegria,
satisfação pela satisfação,
emoção pela emoção,
paz pela paz,
o ser pelo Ser.

Quando nos sentimos centrados e contentes no momento presente,
felizes por sermos quem somos,
e quando nossos lábios expressam um leve e iluminado sorriso,
e quando nossos olhos brilham apenas por brilhar
assim como brilham as estrelas,
nós estamos em estado de contentamento,
um estado em que não se fala com a voz da razão
e sim com a voz do coração...
Onde não se enxerga com os olhos do corpo
e sim com os olhos da alma.
Este é o estado de quem faz na prática de seus dias,
felizes e verdadeiros dias de Natal!...

Natal é paz...
É amor...
É dar as mãos...


Natal é renascimento
E reconhecimento da vida eterna...
Natal é um só coração!

Que possamos fazer de nossos dias,
eternos dias de Natal!...

Marina Mayer
Dez / 2008.

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Quem sou eu

Foz do Iguaçu, PR, Brazil
Eu sou assim, livre! Às vezes me perco e sou presa de mim mesma. Presa fácil das garras da emoção. Sou seu sim, outras vezes seu não. Ultrapasso limites... Sou irreverente. Amo, amo, amo... Intensa e incondicionalmente. Sacio minhas vontades de todas as maneiras. Sinto saudades, sou dócil, sou fera. Sempre encontro maneiras de me ferir... Pego caminhos contrários, veredas, sendas tortuosas, na ânsia de chegar. Escrevo. O papel em branco busca em mim as palavras... A cumplicidade nos une, somos um. Sou exigente, nada paciente... Não consigo parar. E se der asas ao meu impaciente querer, atropelo meus próprios pensamentos e vou. Busco incessantemente o desapego afetivo. E na ânsia de desbagunçar a minha mente, entrego-me ao silêncio e este me faz calar... Calar os gritos da alma inquieta que busca a verdadeira identidade, e que chega de mansinho através da meditação, da mística existente na poesia, e do enlevo contido na canção... *** ... Marina Mayer

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