quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Se eu pudesse...


Minha singela homenagem a ti, meu pai,
meu referencial de vida...
de caminhada...
.
Se eu pudesse voltar no tempo
Inverter os papéis por um momento
P’ra sentir o que tu sentias
Quando nos advertia
Contrariando teus sentimentos

Faria silencio em meus atos
Assim como tu fazias
E com um olhar revelador
Sem dramas, sem palavras
Passava o que precisava
tudo que o momento pedia!
.
Era um olhar revelador
de autoridade,
respeito e amor...
tudo dosado,
com uma certa magia!

Hoje o silêncio é só saudade
De um tempo que não voltará

Este tempo cruel me tirou
Pra outras moradas te levou
Mas comigo, meu pai,
tu vai sempre estar...
Em sonhos,
em pensamentos,
em momentos de dor
alegria ou lamento,
sorrindo a me abraçar!
.
Agosto / 2008
.

0 comentários:

Quem sou eu

Foz do Iguaçu, PR, Brazil
Eu sou assim, livre! Às vezes me perco e sou presa de mim mesma. Presa fácil das garras da emoção. Sou seu sim, outras vezes seu não. Ultrapasso limites... Sou irreverente. Amo, amo, amo... Intensa e incondicionalmente. Sacio minhas vontades de todas as maneiras. Sinto saudades, sou dócil, sou fera. Sempre encontro maneiras de me ferir... Pego caminhos contrários, veredas, sendas tortuosas, na ânsia de chegar. Escrevo. O papel em branco busca em mim as palavras... A cumplicidade nos une, somos um. Sou exigente, nada paciente... Não consigo parar. E se der asas ao meu impaciente querer, atropelo meus próprios pensamentos e vou. Busco incessantemente o desapego afetivo. E na ânsia de desbagunçar a minha mente, entrego-me ao silêncio e este me faz calar... Calar os gritos da alma inquieta que busca a verdadeira identidade, e que chega de mansinho através da meditação, da mística existente na poesia, e do enlevo contido na canção... *** ... Marina Mayer

..........

.........................
............................
.................................