quinta-feira, 10 de julho de 2008

Aquecimento Global



Da Patagônia veja o que resta
A olhos nus, turistas fazem festa
Cena que não dá p'ra esquecer!...

Geleiras se rompendo em pleno inverno
E tanta gente só querendo
Com a peneira, cobrir o sol para não ver

Consciência é o que falta no momento
Precisamos resfriar o universo, enquanto há tempo!
Rever as atitudes e mudar.

O planeta está sofrendo com o calor
Seus silentes gritos são de dor...
Vendo placas da geleira desabar

Ah!... O pulmão do mundo, a Amazônia
Sufocado está e sofre de insônia
Sentindo a fumaça no espaço
A camada de ozônio está por um fio
A natureza sente um enorme vazio
E o homem, atordoado,

pergunta:

E agora... O que é que eu faço?







2 comentários:

Em essência disse...

MANU escreveu:

Lindo!... Lindo!...
Só vc tem o dom de falar de temas tão polêmicos com amor e vivacidade de uma criança que mal acabou de descobrir o mundo
bjs te adoro MANU
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Obrigada Manú... Você é uma doce amiga!... Tambem te adoro!...
Bjs
Marina

De disse...

Marina!!!

Amiga, eu tb não sei o que é que eu faço.
Mas, ainda que façamos coisas além ou aquém da nossa capacidade, o importante é que estamos fazendo a nossa parte :o)

Beijos,

De

Quem sou eu

Foz do Iguaçu, PR, Brazil
Eu sou assim, livre! Às vezes me perco e sou presa de mim mesma. Presa fácil das garras da emoção. Sou seu sim, outras vezes seu não. Ultrapasso limites... Sou irreverente. Amo, amo, amo... Intensa e incondicionalmente. Sacio minhas vontades de todas as maneiras. Sinto saudades, sou dócil, sou fera. Sempre encontro maneiras de me ferir... Pego caminhos contrários, veredas, sendas tortuosas, na ânsia de chegar. Escrevo. O papel em branco busca em mim as palavras... A cumplicidade nos une, somos um. Sou exigente, nada paciente... Não consigo parar. E se der asas ao meu impaciente querer, atropelo meus próprios pensamentos e vou. Busco incessantemente o desapego afetivo. E na ânsia de desbagunçar a minha mente, entrego-me ao silêncio e este me faz calar... Calar os gritos da alma inquieta que busca a verdadeira identidade, e que chega de mansinho através da meditação, da mística existente na poesia, e do enlevo contido na canção... *** ... Marina Mayer

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