quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Pense


Luzes que se acendem
A cidade silencia
Lares que se iluminam
Noite de oura magia!...

Familias que se encontram
Unem-se...

Reunem-se...
É chegado o grande dia!...

Mais um Natal!...

O comércio em polvorosa

faz o balanço...
O lucro sustenta a ganância
Faz um banquete real
Reportando a dois mil e poucos anos
Alguém ainda se lembra

A quem pertence o Natal?
.

1 comentários:

Em essência disse...

Este poema foi classificado em segundo lugar no concurso Virtual de Natal em 2007, na Comunidade Sonho de Poeta.

Quem sou eu

Foz do Iguaçu, PR, Brazil
Eu sou assim, livre! Às vezes me perco e sou presa de mim mesma. Presa fácil das garras da emoção. Sou seu sim, outras vezes seu não. Ultrapasso limites... Sou irreverente. Amo, amo, amo... Intensa e incondicionalmente. Sacio minhas vontades de todas as maneiras. Sinto saudades, sou dócil, sou fera. Sempre encontro maneiras de me ferir... Pego caminhos contrários, veredas, sendas tortuosas, na ânsia de chegar. Escrevo. O papel em branco busca em mim as palavras... A cumplicidade nos une, somos um. Sou exigente, nada paciente... Não consigo parar. E se der asas ao meu impaciente querer, atropelo meus próprios pensamentos e vou. Busco incessantemente o desapego afetivo. E na ânsia de desbagunçar a minha mente, entrego-me ao silêncio e este me faz calar... Calar os gritos da alma inquieta que busca a verdadeira identidade, e que chega de mansinho através da meditação, da mística existente na poesia, e do enlevo contido na canção... *** ... Marina Mayer

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