sábado, 31 de março de 2007

Consequências


MEUS INSTINTOS SELVAGENS


Meus instintos
Entorpecidos em secretos labirintos
Unicos
Sugeridos pela minha mente insana

Instintos de sangue, morte
Nefasto é o desejo de enganar a sorte
São alguns conceitos
Totalmente disfarçados, deturpados
Isolados,
Nesses labirintos escuros
Taciturnos
Opressores que a minha mente
Sentencia…

Sentença de morte, decreto
Envolto em desejos concretos.
Luto, reluto, labuto
Vivo em sobressalto
Assalto, salto, devo seguir
Ganho a liberdade, corro
E encontro novamente o vazio,
Neste mundo perdido
Sem ter pra onde ir.

3 comentários:

sandra regina disse...

Como sempre lindos escritos... Algumas palavras fortes que nos fazem pensar e valorizar a vida. VIDA oh vida tão bela... as vezes triste, deprimente outras alegres deslumbrantes. Marina é assim uma incógnita...Os escritos tbem mas independente do que escreve é sentimento, riqueza, emoção pura
Parabéns minha linda
bjosss

Oswaldo disse...

Eis-me aqui, novamente.
Falar muito bem de Marina tornou-me hábito. Confesso que não sou fã de acrósticos pois, a preocupação com sua construção muitas vezes tira-lhe a essência da mística poética. Entretanto, vejo aqui algo muito diferente. Parece exatamente o inverso. Uma construção poética que foi transformado em acróstico. Belíssimo. Sedutor.
Parabéns.

Maria Eugênia disse...

Oi querida. Belíssimo acróstico. Estou percebendo um crescimento enorme em suas poesias. Amadurecidas, ricas.
Saindo do lugar comum. Se tiver de ser pelo sofrimento, que seja
Ave a poesia.
Beijocas 25/03/07

Quem sou eu

Foz do Iguaçu, PR, Brazil
Eu sou assim, livre! Às vezes me perco e sou presa de mim mesma. Presa fácil das garras da emoção. Sou seu sim, outras vezes seu não. Ultrapasso limites... Sou irreverente. Amo, amo, amo... Intensa e incondicionalmente. Sacio minhas vontades de todas as maneiras. Sinto saudades, sou dócil, sou fera. Sempre encontro maneiras de me ferir... Pego caminhos contrários, veredas, sendas tortuosas, na ânsia de chegar. Escrevo. O papel em branco busca em mim as palavras... A cumplicidade nos une, somos um. Sou exigente, nada paciente... Não consigo parar. E se der asas ao meu impaciente querer, atropelo meus próprios pensamentos e vou. Busco incessantemente o desapego afetivo. E na ânsia de desbagunçar a minha mente, entrego-me ao silêncio e este me faz calar... Calar os gritos da alma inquieta que busca a verdadeira identidade, e que chega de mansinho através da meditação, da mística existente na poesia, e do enlevo contido na canção... *** ... Marina Mayer

..........

.........................
............................
.................................