sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Em Essência

Sou o encontro, a coragem
Da noite sou o orvalho
a gota que dá à terra
o sustento do carvalho.
Sou o pôr e o nascer do sol
sou luz, vida e esplendor
sou o canto do rouxinol.

Sou o silêncio...a saudade
Eu sou o vento que sopra
nas asas da liberdade.

Sou o oceano inquieto
Sou ondas ... sou calmaria
Sou o vôo da gaivota
Rasante na maresia.

Sou a alma, sou a vida
Sou o pincel, sou a cor
Sou a lágrima escorrida,
da saudade eu sou a dor.

Eu sou a chuva que mata
a sede da plantação...
Sou o bálsamo que acalma
a ânsia do coração.

Eu sou o circo, sou o palco
do cenário, a construção...
Sou a história contada
sou o calor da encenação.
Sou a magia tirada
das vias do coração.

Eu sou de Deus a bondade
sou partícula de um Todo
Curo doença ...ferida...
Seja onde estiver
seja por onde for...
Sou a essência da vida,
em essência
Eu sou o AMOR!


http://www.magiasonhosepoemas.com/novosite/recanto/essencia.htm


Janeiro 2007 - Marina Mayer

4 comentários:

InfoTreine - Unidade Teresópolis/RJ disse...

Amei, amei, amei... Lindo de viver.

Minha amiga, como é bom ler coisas tão lindas... Vindas de um ser de luz como tu.

Bjs.

Marina Mayer disse...

Obrigada meu amado, pelo comentário. Pessoas lindas assim como você é que nos incentiva, nos inspira.
Beijos no coração!

Maria Eugênia disse...

Marina minha amiga linda. São 6:49 da manhã do dia 21 de fevereiro. Acordei as 5 horas e o sono não quis mais deitar comigo. Levantei e aproveitei para vir olhar seu blog com calma. Está lindo, como linda é você e esta poesia, é uma doce oração. Foi bom vir aqui ler... Há momentos que precisamos de palavras assim...
Obrigada por estar na minha vida. Beijos de Sua Amiga,
Maria Eugênia

Em essência disse...

Este poema é a menina dos meus olhos... Eu o escrevi num momento único de enlevo. As palavras fluiam feito água cristalina oriundas de uma fonte preservada de qualquer tipo de poluição. Depois de pronto useio-o como abertura para meu blog.

Quem sou eu

Foz do Iguaçu, PR, Brazil
Eu sou assim, livre! Às vezes me perco e sou presa de mim mesma. Presa fácil das garras da emoção. Sou seu sim, outras vezes seu não. Ultrapasso limites... Sou irreverente. Amo, amo, amo... Intensa e incondicionalmente. Sacio minhas vontades de todas as maneiras. Sinto saudades, sou dócil, sou fera. Sempre encontro maneiras de me ferir... Pego caminhos contrários, veredas, sendas tortuosas, na ânsia de chegar. Escrevo. O papel em branco busca em mim as palavras... A cumplicidade nos une, somos um. Sou exigente, nada paciente... Não consigo parar. E se der asas ao meu impaciente querer, atropelo meus próprios pensamentos e vou. Busco incessantemente o desapego afetivo. E na ânsia de desbagunçar a minha mente, entrego-me ao silêncio e este me faz calar... Calar os gritos da alma inquieta que busca a verdadeira identidade, e que chega de mansinho através da meditação, da mística existente na poesia, e do enlevo contido na canção... *** ... Marina Mayer

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