Noite
Por uma fresta de luz,
em suas repetidas manifestações,
está traçada no tempo e no vento,
a sombra...
Nela vejo apenas silhuetas de fantasmas
rondando o meu silêncio.
Silêncio atroz que me assalta
e me apavora...
A noite se instala...
E com ela o medo agonizante
mostra o sangue na calçada
(des)armada.
em suas repetidas manifestações,
está traçada no tempo e no vento,
a sombra...
Nela vejo apenas silhuetas de fantasmas
rondando o meu silêncio.
Silêncio atroz que me assalta
e me apavora...
A noite se instala...
E com ela o medo agonizante
mostra o sangue na calçada
(des)armada.
Sinto-me prisioneira.
Prisioneira neste emaranhado
de breves momentos apavorantes
entre loucura e lucidez.
Quero sair...
Rasgar a pele
deixar escorrer a liberdade!
Mas este nó na garganta
como se fosse o último gole de vida,
domina-me.
Faz-me impotente
diante do desconhecido.
Faz-me prisioneira de mim mesma.
Esta escuridão na alma é noite.
Noite negra.
É noite em mim...
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ótima!
Abraços!