Recordar é viver

Um dia, uma vida, um presente.Meu caminho mudou de direção...
Pressinto ainda em mim, uma alma inocenteRecordando o passado tão presenteEntre um poema e outro.Sem dúvida, um presente especial...Estou grata. Posso ainda ouvirNeste instante de enlevo e sinfoniaTão doce, o cantar do juritiEntre as várzeas e no fundo do quintal.
E relembro as mornas tardes... a canção... O violãoSempre nos dava o tom. A rima acontecia.Poesia se fazia do cair de uma folhaEstrelas coloriam o chão.Céu aberto e uma noite de luarIluminava a imensidão.Amanhece, o galo canta...que alegria!Lá estou em poesia, novamente no sertão!


Comentários

Unknown disse…
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Anônimo disse…
Olá, Marina! ^^

Sabe... ás vezes, no inverno eu sento ali fora, vejo minha vó acendendo o fogo, no fogão à lenha, depois eu faço um chocolate quente e pão de queijo, e pronto! lá estou eu na minha infância. E não é lembrar, é viver novamente, mas com vontade de voltar... E sua poesia me lembrou isso.
E perdoe-me se entendi completamente errado hehe.
;)

abraços!

-DH

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