Utopia
UTOPIA
Se eu pudesse ser o vento, asseguro que seria uma indelével brisa,
acariciaria teus cabelos sem te assustar e,
carinhosamente beijaria teu rosto...
Se eu pudesse ser o sol,
seria um sol ardente, quente, incandescente,
para poder manter sempre acesa a chama do “meu amor”.
E todos os dias eu me debruçaria no horizonte do meu entardecer
Se eu pudesse ser o vento, asseguro que seria uma indelével brisa,
acariciaria teus cabelos sem te assustar e,
carinhosamente beijaria teu rosto...
Se eu pudesse ser o sol,
seria um sol ardente, quente, incandescente,
para poder manter sempre acesa a chama do “meu amor”.
E todos os dias eu me debruçaria no horizonte do meu entardecer
só para te
contemplar e depois, ao me esconder,
te deixaria um céu lindamente desenhado,
cujas cores nenhum artista é capaz de igualar!
Se eu pudesse ser a lua,
escolheria ser na fase cheia,
para que os teus caminhos eu pudesse clarear...
E nas noites negras da alma eu te daria a minha luz
te deixaria um céu lindamente desenhado,
cujas cores nenhum artista é capaz de igualar!
Se eu pudesse ser a lua,
escolheria ser na fase cheia,
para que os teus caminhos eu pudesse clarear...
E nas noites negras da alma eu te daria a minha luz
para que as
trevas se dissipassem
e pudesses
então caminhar livremente de encontro ao teu destino...
Se eu pudesse ser uma estação,
escolheria a primavera
e para que a tua jornada fosse mais livre, alegre e mais feliz
Se eu pudesse ser uma estação,
escolheria a primavera
e para que a tua jornada fosse mais livre, alegre e mais feliz
eu a
isentaria de todos os perigos e obstáculos...
Somente flores e borboletas seriam teus guias rumo à felicidade...
Mas sou apenas o que sou,
um ser mortal,
humano,
utópico,
incoerente,
carente,
que imagina um amor assim:
simples,
descomplicado,
amante do belo,
resplandecente como um amanhecer ensolarado,
que possa iluminar todas as sombras dos meus dias!
Enquanto o tempo não faz à hora,
cuspo letras,
invento histórias,
escrevo poesias!...
Marina Mayer
Julho - 2006
Somente flores e borboletas seriam teus guias rumo à felicidade...
Mas sou apenas o que sou,
um ser mortal,
humano,
utópico,
incoerente,
carente,
que imagina um amor assim:
simples,
descomplicado,
amante do belo,
resplandecente como um amanhecer ensolarado,
que possa iluminar todas as sombras dos meus dias!
Enquanto o tempo não faz à hora,
cuspo letras,
invento histórias,
escrevo poesias!...
Marina Mayer
Julho - 2006
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