sábado, 10 de março de 2007

Solidão




É um sentir-se vazio que assusta

Uma certa acidez
Um corte.

É uma lágrima escorrida, injusta.
Pura insensatez
Morte.

3 comentários:

RABISCOS DIGITAIS disse...

ADOREI!!! BOM DEMAIS! PARABÉNS!

Oswaldo disse...

Marina
Você se superou.
Tenha a certeza que este poema (em essência) é uma das coisas mais lindas que eu já li na minha vida.
Beijos.

Oswaldo disse...

Só mais um detalhe: eu gostaria de tê-lo assinado.

Quem sou eu

Foz do Iguaçu, PR, Brazil
Eu sou assim, livre! Às vezes me perco e sou presa de mim mesma. Presa fácil das garras da emoção. Sou seu sim, outras vezes seu não. Ultrapasso limites... Sou irreverente. Amo, amo, amo... Intensa e incondicionalmente. Sacio minhas vontades de todas as maneiras. Sinto saudades, sou dócil, sou fera. Sempre encontro maneiras de me ferir... Pego caminhos contrários, veredas, sendas tortuosas, na ânsia de chegar. Escrevo. O papel em branco busca em mim as palavras... A cumplicidade nos une, somos um. Sou exigente, nada paciente... Não consigo parar. E se der asas ao meu impaciente querer, atropelo meus próprios pensamentos e vou. Busco incessantemente o desapego afetivo. E na ânsia de desbagunçar a minha mente, entrego-me ao silêncio e este me faz calar... Calar os gritos da alma inquieta que busca a verdadeira identidade, e que chega de mansinho através da meditação, da mística existente na poesia, e do enlevo contido na canção... *** ... Marina Mayer

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